Cálculo Renal – Tratamento, Alimentos a Evitar, Sintomas e Causas

O cálculo renal, geralmente denominado de apenas pedra no rim, é bastante mais popular do que se possa pensar, com causas muito normais e até naturais, tornou-se nos últimos anos como um dos problemas de saúde que afectam os rins mais comuns.

Foto de Pedras nos Rins (Cálculo Renal)

Como o próprio nome indica, são formações sólidas, podendo ter várias origens e características, que se situam nos rins e por momentos podem vir a migrar pelas vias urinárias, causando assim dores horríveis e complicações futuras.

O cálculo renal pode apresentar-se em várias dimensões, sendo que os de pequena dimensão, como grãos de areia, são os mais comuns, podendo outros atingirem grande parte da dimensão do rim e com isso trazerem um sem número de problemas para o paciente.

Ao contrário da grande maioria das doenças que afeta o trato urinário, o cálculo renal poderá existir durante longos períodos de tempo no organismo, sem existir sintomas evidentes, principalmente se os cristais formados (causa dos cálculos renais) não tiverem a dimensão necessária para incomodar o bom funcionamento dos rins.

Por outro lado, no caso dos sintomas serem evidentes, é possível que as dores sejam realmente muito fortes e difíceis de controlar, daí que a procura por médicos especialistas se torna uma necessidade por parte dos pacientes.

A grande maioria dos pacientes consegue identificar rapidamente um problema no sistema urinário aquando dos primeiros sintomas, consultando um médico e iniciando um tratamento adequado, que pode ir desde a administração de fármacos, passando pela ingestão de bastantes líquidos para limpar o sistema e obrigar os rins a funcionar, ou então ser necessário cirurgia, dependendo da evolução da doença.

O que é?

O cálculo renal, que tem também outros nomes, nomeadamente cálculo urinário, pedra nos rins, litíase, nefrolitíase ou mesmo urolitíase, é um dos problemas urológicos mais dolorosos que um paciente poderá ter, sendo também um dos mais comuns.

Este é um problema extremamente comum, com a agravante ainda que apresenta uma grande taxas de recorrência, isto é, mesmo que seja bem tratado e o paciente fique bem, a probabilidade de ele surgir novamente é enorme.

Em termos práticos, o cálculo renal ou como é popularmente chamado, a pedra nos rins são formações sólidas de sais minerais ou outras substâncias específicas, que acontecem nos rins e nas vias urinárias, sendo que além das dores naturais de uma obstrução do sistema urológico, os pacientes podem ainda vir a ter outras complicações e dores, devido à dilatação do sistema urinário, dado pelo bloqueio da passagem da urina nas vias urinárias.

Tal como acontece na maioria das doenças, quando os sintomas são evidentes e repentinos, o tratamento é mais simples e geralmente a taxa de sucesso é maior, ao contrário do que acontece com os pacientes sem dor ou com uma dor leve, já que a evolução da doença acontece sem conhecimento e o tratamento aparece, muitas vezes, demasiado tarde.

Em alguns casos, quando a função dos rins ou das vias urinárias é comprometida por demasiado tempo e de forma muito intensa, mesmo com o melhor tratamento possível, o paciente poderá vir a ter vários tipos de problemas futuros.

Causas

A urina é composta por uma série de substâncias diferentes, sendo que a sua composição vai variando ao longo do tempo, com propriedades distintas, daí que o trato urinário apresenta também uma grande diferença nas suas fases.

É exatamente nessa composição e nas alterações que vão acontecendo, principalmente no processo de cristalização, que os cálculos são formados e vêm fazer a diferença no bom funcionamento dos rins.

Obviamente que essas formações de cristais vão ocorrendo ao longo da vida de qualquer paciente, não tendo qualquer tipo de influência no bom funcionamento dos rins, por outro lado quando essa cristalização começa a ser influenciada por fatores ambientais e individuais, como as infecções, alterações anatómicas ou hábitos estranhos, existe um favorecimento no aparecimento de pedra nos rins.

A principal causa para o aparecimento de cálculo renal é a falta de hidratação no corpo, isto é, é extremamente popular em organismos que não tenham a ingestão diária de líquidos, principalmente água, aconselhada para o dia-a-dia.

Tudo isto piora em dias de muito calor, quando o organismo tem que trabalhar o dobro para fazer frente às necessidades do seu bom funcionamento.

Em alguns casos, mesmo que não seja muito frequente, alguns cálculos renais têm como principal causa a hereditariedade, outros podem advir de complicações de outros problemas de saúde, nomeadamente doenças intestinais, bypass intestinal para combater a obesidade ou até pequenos defeitos no túbulo renal.

A maioria das causas para o aparecimento do cálculo renal dependem do tipo de cálculo que aparece, isto é, tendo em consideração que existem vários tipos de cálculos possíveis, existem também causas para cada um deles.

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Assim, saiba exatamente quais as causas para os vários tipos de cálculos renais:

Cálculos Renais de Cálcio

Mais em homens do que em mulheres, entre os 20 e 30 anos. Estes tendem a surgir várias vezes ao longo da vida do paciente, podendo surgir com a combinação de várias substâncias para a formação da pedra.

Cálculos Renais de Cistina

Este tipo de cálculo afetam essencialmente pessoas que têm cistinúria (uma perturbação rara que leva à excreção da cistina pela urina). Afeta tanto homens como mulheres e a sua principal causa é hereditária.

Cálculos Renais de Estruvita ou Infeccioso

Este tipo de cálculo poderá ser encontrado mais frequentemente em mulheres, principalmente com infecção do trato urinário, pois as pedras existentes crescem de forma a bloquear o rim, o ureter ou mesmo a bexiga.

Cálculos Renais de Ácido Úrico

Como o próprio nome indica, a sua principal causa é a existência de ácido úrico no organismo, sendo mais comum nos homens que nas mulheres, ocorrendo também juntamento com outros problemas, como a gota ou a quimioterapia.

Sintomas

A pedra nos rins, como é vulgarmente denominada, é uma das doenças mais complicadas de aguentar para o organismo humano, com sintomas e dores muito intensas, levando até muitas vezes os pacientes dizerem que os sintomas e as dores são piores do que o parto, algo que apenas as mulheres têm o prazer de sentir, mas que elas próprias indicam momentos dolorosos.

Os sintomas do cálculo renal podem ser variados, dependendo do tipo de cálculo que seja, da localização do mesmo e do seu formato e ainda da sua dimensão, já que logicamente as pequenas formações de cristais podem passar despercebidas durante anos e anos, porém quando estas atingem dimensões grandes os sintomas tornam-se repentinos e intensos.

O principal sintoma e aquele que se tornou o mais frequente e popular é a dor intensa na zona lombar, uma dor que dificilmente se esquecerão dadas as suas características. Existem até pacientes que não conseguem mexer-se para as tarefas normais do dia-a-dia devido à existência desta dor na zona lombar, condicionando todos os restantes movimentos do corpo.

Podem ainda surgir outro tipo de sintomas, nomeadamente:

– Uma vontade descontrolada e anormal de urinar, seguindo-se de uma dor intensa no momento, no entanto o fluxo urinário é muito menor do que o normal, devido a obstruções existentes;

– aparecimento de todos os sinais de infecção urinária como por exemplo a cistite;

– aparecimento de sangue na urina;

– podem ainda ocorrer situações pontuais como febre e calafrios, assim como náuseas e vómitos devido às fortes dores a que o seu organismo está sujeito.

Qualquer um destes sintomas, desde que seja acompanhada por uma dor forte na parte inferior das costas, afetando um lado ou os dois, deve ser levado a sério e o paciente deverá consultar imediatamente um hospital para iniciar um tratamento adequado, pois apenas assim a dor irá diminuir.

Exames de Diagnóstico

Como já foi referenciado em cima, muitas vezes o paciente vive durante imenso tempo com cálculo renal, sem apresentar nenhum tipo de sintoma, já que a formação de cristais sólidos é tão pequena que acaba por ser expelida durante a urina.

Por outro lado, quando os primeiros sintomas começam a surgir, geralmente, a evolução dos mesmos e do problema é enorme, levando os pacientes a ficar num estado de dor intensa em poucas horas.

Em alguns casos, quando a dor na região lombar é realmente intensa e difícil de controlar, o paciente poderá recorrer a analgésicos para conseguir aguentar os exames de diagnóstico necessários para avaliar a evolução da doença e o melhor tratamento necessário.

O primeiro exame de diagnóstico que o médico especialista realiza é dependendo dos sintomas, isto é, se a dor for constante e gradual, podem iniciar o toque na zona lombar para perceber qual a zona afetada pelo cálculo renal. Posteriormente o médico indicará outros exames, dependendo da zona afetada.

A maioria dos cálculos renais necessitam de exames adequados para averiguação do tipo de cálculo que é, através da própria pedra existente, assim como o controlo do nível de ácido úrico e uma análise à urina para detetar possíveis cristais e glóbulos vermelhos que se encontrem na mesma.

Se o problema estiver situado na zona dos rins, então os principais exames de diagnóstico são o raio-x à zona abdominal, ecografia ou então pela urografia excretora, um exame bem mais específico às vias urinárias. Por outro lado, quando estes se encontram nas vias urinárias, é necessário recorrer a outro tipo de exames para análise mais detalhada.

Assim, em alguns casos poderá ser necessário recorrer a uma tomografia computadorizada abdominal, a uma ressonância magnética na zona abdominal ou apenas nos rins, a um pielograma intravenoso (PIV) em que o paciente é injetado com um liquido de contraste e levado para fazer uma radiografia para análise de possíveis obstruções ou um ultra-som ao rim.

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Com estes exames de diagnóstico, os especialistas esperam não só analisar os níveis altos de cálcio, oxalato ou ácido úrico na urina e no sangue, como ainda, se existir a presença de possíveis obstruções nas vias urinárias ou nos rins, será necessário analisar ao pormenor a composição dessas formações, a sua evolução, dimensão e formas, para chegar ao melhor tratamento possível.

Tipos

Existem vários tipos de cálculo renal, resultante principalmente da combinação dos elementos que formam os cristais, vulgarmente chamados de pedras nos rins, sendo que estes elementos químicos vêm principalmente do nosso estilo de vida e do tipo de alimentação que se tem.

O tipo de cálculo renal mais comum da sociedade em geral, que tem como origem o estilo de alimentação que se tem, é formado com a combinação de cálcio e oxolato, sendo que o primeiro está presente nos ossos e músculos do organismo e o segundo é originário de uma alimentação normal, por isso algo que é extremamente complicado de prevenir no dia-a-dia. Estes representam sensivelmente 80% de todos os casos de cálculo existentes.

Outro tipo de cálculo renal, menos comum que o anterior, tem como principal causa a infecção urinária, isto é, acaba por significar que é uma possível complicação da infecção urinária quando esta não é curada da forma desejada.

É denominado de cálculo infeccioso ou estruvita, podendo ter uma dimensão bastante fora do normal, obstruindo por completo a via urinária e com isso apresentar grandes danos renais futuros.

Menos comum que ambos apresentados em cima está o cálculo renal de ácido úrico, associado geralmente a gota ou à necessidade de tratamentos de quimioterapia, sendo por isso uma possível complicação de outros tratamentos mais agressivos, usados para tratar outros problemas de saúde.

Todavia estes representam apenas 10% dos casos de cálculos renais e são também facilmente identificáveis e analisados para que o tratamento seja rapidamente aconselhado.

Tratamento

A grande maioria dos cálculos renais, os que não apresentam dimensão suficiente para dar sinais ou sintomas ao paciente, acabam por desaparecer por eles mesmos, misturados com a urina.

O tratamento mais importante e o que é sugerido em primeira instância pelo especialista é aquele que alivia ao máximo os sintomas, principalmente as dores, e garante uma maior prevenção para o aparecimento de novos cálculos.

A maioria dos casos requer apenas um tratamento de vigilância, administração de medicamentos, ingestão de muitos líquidos e o controlo do estilo de vida, por outro lado, o tratamento depende também da gravidade do mesmo, sendo que as pessoas que apresentem sintomas mais intensos podem necessitar de ser hospitalizadas para que o tratamento seja feito gradualmente.

Alguns especialistas, principalmente quando a obstrução é grande, aconselham o paciente a ingerir uma quantidade de líquido diariamente normal, pois com o excesso de urina a pressão acaba por aumentar e as dores podem ser ainda maiores.

A maioria dos pacientes necessita de medicamentos indicados pelo especialista para controlar ao máximo as dores e evitar a evolução do cálculo em si, outros pacientes, podem recorrer à litotripsia, ou seja, as pedras nos rins são bombardeadas com choques que têm como objetivo fragmentar o cálculo, para que a sua expelição pela urina se torne mais acessível.

Quando a expulsão do cálculo não se realiza de forma normal, poderá ser necessário recorrer a cirurgia percutânea ou endoscópica, ou seja, através de um endoscópio ou de pequenos orifícios o cálculo é eliminado do organismo.

Quando o cálculo renal se encontra nas vias urinárias e apresenta dimensões elevadas, poderá ser necessário uma ureteroscopia, para que este seja retirado rapidamente para evitar que aumente e cause dores ainda mais insuportáveis.

Cateter Duplo J

Existem, como foi mencionado em cima, uma série de possíveis tratamentos possíveis para o cálculo renal, dependendo da evolução da doença e das suas características, porém, estes tratamentos devem sempre ser feitos de acordo com a restante saúde do paciente, pois alguns destes apresentam efeitos secundários extremamente graves e que podem, em combinação com outras situações, trazer complicações para a saúde do paciente, como o caso do possível aparecimento da diabetes devido à utilização da litotripsia.

Assim, existe cada vez mais a necessidade de encontrar procedimentos que não apresentem longas listas de possíveis complicações ou efeitos secundários, sendo que estão já a ser feitos inúmeros testes na América e Europa que visam a obtenção dessas mesmas soluções.

Um dos tratamentos que está agora a ganhar fama e popularidade é a Endoscopia flexível com Holmium Laser, porém os custos associados são enormes e ainda não existem médicos suficientes com experiência para que possa ser usado normalmente.

Assim outro dos procedimentos, mais convencionais que apresenta eficácia e sem grandes complicações, destaca-se o Cateter Duplo J. Este procedimento é também chamado rabo de porco, pelas suas características, que é usado essencialmente para ajudar na desobstrução da passagem da urina e dos restos dos cálculos.

Este cateter tem uma forma muito característica, daí o seu nome, assemelhando-se muito com a forma da letra J. Além disso, em todo o tubo existem furos para que a urina possa sair facilmente.

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Uma das pontas irá ficar dentro da bexiga e a outra no interior do rim, garantindo assim que mesmo que haja algum tipo de obstrução em algum dos órgãos, com este procedimento a urina apresenta o seu trajecto normalmente, podendo ser necessário manter o cateter no interior do organismo durante várias semanas para que tudo esteja operacional a 100%.

Depois do cateter ter sido colocado no interior do organismo, é possível que o paciente sinta alguma dor na região lombar e abdominal, uma sensação de ardor no momento de urinar e até algum sangue na urina durante alguns dias, porém esses são sinais e sintomas normais de ocorrer.

Por outro lado, se existir febre, abundância de sangue na urina e dores horríveis, o paciente deverá contactar o mais rápido possível o seu urologista, para uma avaliação dos sintomas.

O paciente poderá contar ainda com um procedimento muito simples e rápido para retirar o cateter do seu organismo, através de uma endoscopia com um cistoscópio.

Alimentos a Evitar

O cálculo renal é formado através da aglomeração de substâncias que formam pequenas, ou grandes, pedras seja na bexiga como nos rins., sendo que essas substâncias podem vir da alimentação do paciente.

Assim, existem alguns alimentos que não são bons para manter o bom funcionamento do organismo, principalmente no que diz respeito à prevenção do aparecimento de cálculo renal, outros alimentos são mesmo proibidos.

Assim, entre os alimentos proibidos destaca-se: peixes variados e frutos do mar, gema de ovo, vísceras (os chamados miúdos, fígado, coração, moela, etc), feijão, grão-de-bico, lentilhas, soja, algumas verduras como agrião, brócolos, espinafres, nabo, pepino e acelga, algumas frutas como figos, ameixas, castanhas, damasco, tâmaras, amoras, uvas e tangerinas.

O café, chá preto, groselha e chocolate em excesso são outros dos alimentos proibidos, assim como os tremoços, as nozes e os amendoins e ainda a pimenta e salsa, nomeadamente em excesso na produção de refeições.

Por outro lado, os pacientes devem ainda evitar introduzir outros alimentos na sua dieta diária, que embora não sejam proibidos, devem ser consumidos em menor quantidade, como é o caso da carne de vaca e aves (sendo aconselhado apenas 2 porções pequenas por dia) e leite, ao contrário dos benefícios que apresenta para outros problemas de saúde, no caso do cálculo renal, os especialistas aconselham apenas meio copo por dia, evitando os derivados.

A alimentação tornou-se uma das melhores formas de prevenção para a grande maioria dos problemas de saúde, sendo que o cálculo renal não é diferente, por isso os especialistas aconselham alguns alimentos que os pacientes devem privilegiar, nunca esquecendo a ingestão de pelo menos 3 litros de água por dia.

Assim, entre os alimentos aconselhados destaca-se a clara de ovo, as restantes verduras, legumes e frutas que não foram mencionados como proibidos, arroz, massas, batata e aveia, pão (desde que seja pão branco), bolachas de água e sal, mel, erva-doce e camomila para o chá, óleos vegetais e maionese e ainda margarina.

Cálculo renal na gravidez

O momento da gravidez é um dos mais intensos e preocupantes que a mulher passa durante a sua vida, pois além de ter que controlar o bom funcionamento do seu organismo, deve ainda ter em consideração as alterações que o bebé pode sofrer e com isso os problemas de saúde apresentam dimensões e consequências ainda mais graves.

Apesar de ser uma situação pouco frequente, o cálculo renal poderá surgir durante a gravidez, não sendo necessariamente uma indicação de um problema de saúde mais grave. Contudo, ao contrário do que acontece em outros casos, no caso do cálculo renal durante a gestação, o tratamento terá que ser feito apenas com medicação e ingestão de líquidos, já que a cirurgia está completamente proibida durante os meses de gestação.

Complicações

Como acontece com a maioria das doenças e dos problemas de saúde, existem possíveis complicações que podem acontecer, se o tratamento não tiver a eficácia pretendida ou se o diagnóstico não for feito antecipadamente.

Assim, entre as possíveis complicações mais importantes, destaca-se:

– diminuição ou perda total da funcionalidade do rim que está afectado com a doença
– possíveis lesões ou marcas no rim
– obstrução das vias urinárias e dificuldade em urinar de forma permanente
– infecção do trato urinário inferior

Prevenção

O melhor tratamento, para qualquer doença, é a prevenção diária com a adopção de um estilo de vida o mais saudável possível, escolhendo uma alimentação equilibrada, a prática de exercício físico e evitando hábitos e alimentos que tragam complicações para o seu organismo.

Assim, se existir algum tipo de historial de cálculo renal no seu organismo, o mais importante é beber muita água por dia, para conseguir produzir urina de forma suficiente e mantendo os seus canais muito bem limpos.

A alimentação é também uma das formas de prevenção mais importante, privilegiando os alimentos aconselhados e evitando ao máximo os alimentos proibidos, mencionados em cima.

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01. Julho 2014 by admin

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