Dor Abdominal – Causas, Sintomas, Diagnóstico, Localização e Como Aliviar a Dor

A dor abdominal é uma dor que é sentida na zona do abdómen. Tem origem nos órgãos da zona abdominal ou nos órgãos adjacentes a essa área, e é causada por uma inflamação, distensão de um órgão, ou pela paragem no fornecimento de sangue a um órgão. dor abdominal A dor abdominal na síndrome do intestino irritável (SII) é provocada pela contração dos músculos intestinais ou pela híper sensibilidade durante as atividades normais do intestino. A causa da dor abdominal é diagnosticada com base nas características da dor, num exame físico e em outros testes. Ocasionalmente, pode ser necessária a realização de uma cirurgia para se fazer o diagnóstico.

Diagnosticar as causas da dor abdominal pode ser um desafio para o médico, já que as características dessa dor podem ser atípicas, os testes realizados podem nem sempre ser anormais, existem diferentes doenças que causam a mesma dor, e as próprias características da dor podem se alterar com o tempo.

O que é a dor abdominal?

Dor abdominal é uma dor sentida no abdómen. O abdómen é uma área anatómica limitada em cima pelas margens inferiores das costelas e pelo diafragma, em baixo pela pélvis, e de lado, pelos flancos. Apesar da dor abdominal poder aparecer nos tecidos da parede do abdómen que rodeiam a cavidade abdominal (como a pele e os músculos da parede abdominal), o termo “dor abdominal” é genericamente usado para descrever a dor que se origina nos órgãos localizados dentro da cavidade abdominal.

Incluem-se nos órgãos do abdómen o estômago, o intestino delgado, o cólon, fígado, vesícula biliar, baço e o pâncreas.

Tecnicamente, a porção inferior da área descrita anteriormente, é a pélvis, que contém a bexiga e o reto, tal como a glândula prostática no caso do homem, e o útero, trompas de Falópio e os ovários nas mulheres.

Falando de uma forma prática, é comum existir dificuldade em saber se a dor na área inferior do abdómen vem dessa zona ou da pélvis. Ocasionalmente, a dor pode ser sentida no abdómen, apesar de ser originada pelos órgãos que estão por perto, mas não dentro da cavidade abdominal.

Por exemplo, existem alguns problemas na zona inferior dos pulmões, nos rins, no útero ou nos ovários que podem causar dor abdominal. Por outro lado, também é possível que a dor provocada pelos órgãos localizados dentro da cavidade abdominal seja sentida fora do abdómen.

Por exemplo, a dor provocada por uma inflamação no pâncreas pode ser sentida nas costas. Estes tipos de dor são denominados de “dores referidas” devido ao facto da dor não ser sentida no mesmo local onde é originada.

Ou seja, a causa da dor é localizada longe de onde é sentida. Por isso diz-se que essa dor é referente a uma área distinta.

Causas

A dor abdominal é causada por inflamações (por exemplo, apendicite, diverticulite ou colite), pelo alongamento ou distensão de um órgão (por exemplo, obstrução do intestino, bloqueio de um ducto biliar por pedras nos rins, ou inchaço do fígado provocado por uma hepatite, hepatite B por exemplo), ou pela perda de fornecimento de sangue a um órgão (por exemplo, uma colite isquémica).

Contudo, a dor abdominal pode também ocorrer sem inflamação, distensão, ou paragem de fornecimento de sangue. Um exemplo importante deste tipo de dor é a síndrome do intestino irritável. Ainda não existem provas claras sobre o que causa dor abdominal nesta síndrome, mas acredita-se que seja devido a contrações anormais dos músculos intestinais (por exemplo, espasmos), ou a uma sensibilidade anormal dos nervos intestinais, que originam sensações dolorosas inadequadas (híper sensibilidade visceral).

Estes tipos de dor são muitas vezes referidas como dor funcional devido à falta de causas visíveis para essa dor – pelo menos até esse momento. Quer se trate de uma leve dor de estômago, dor aguda, ou cólicas no estômago, as dores abdominais podem ter inúmeras causas. Algumas das causas mais comuns incluem:

Leia Também  Diagnóstico da Endocardite

Lista de Algumas Causas da Dor Abdominal ou Pélvica

– Gastrite e úlcera péptica
– Apendicite
– Colecistite e pedras na vesícula
– Tumores dos órgãos abdominais ou pélvicos
– Pedras nos rins
– Diverticulite
– Cetoacidose diabética
– Infarto e isquemia intestinal
– Pancreatite aguda
– Infecção intestinal
– Diarreia
– Doenças do ovário
– Hepatite aguda
– Cólicas menstruais (dismenorreia)
Anemia falciforme
– Menstruação
– Obstrução intestinal
– Parasitoses
Aneurisma de aorta abdominal
– Infecção urinária
– Hérnias
– Doença de Crohn e retocolite ulcerativa
– Endometriose
– Gravidez ectópica
– Mioma uterino
– Azia e Refluxo Gastroesofágico
Abscesso hepático (abscesso no fígado)
– Indigestão (Dispepsia)
– Prisão de ventre
– Vírus estomacal (Gripe estomacal)
Gases e Flatulência
– Intolerância à lactose
– Úlceras
– Infecção do trato urinário
– Doença inflamatória pélvica
– Envenenamento
– Alergias Alimentares ou Intoxicação alimentar

Causas originadas fora do abdômen

– Ataque cardíaco
– Infarto do miocárdio
– Pneumonia
– Hérnia de hiato
– Derrame pleural

Diagnóstico

Os médicos determinam a causa da dor abdominal através dos seguintes elementos:

1 – Características da dor;
2 – Elementos revelados num exame físico;
3 – Exames laboratoriais, radiológicos e endoscópicos;
4 – Cirurgia.

Características

A seguinte informação, obtida através do historial do paciente, é importante para ajudar o médico a descobrir a causa da dor. A forma como a dor começou. Por exemplo, as dores abdominais que aparecem subitamente sugerem um evento de natureza aguda, tal como a interrupção do fornecimento de sangue no cólon (isquemia), ou obstrução de um ducto biliar originado por pedras dos rins (cólicas biliares).

Localização da dor abdominal

– A apendicite causa normalmente dor na zona central do abdómen, e depois move-se para a zona inferior direita do abdómen, a localização normal do apêndice.

– A diverticulite causa normalmente dor na zona inferior esquerda do abdómen, onde a maioria das colónias de divertículos estão localizadas.

– As Dores na bexiga (cólicas biliares ou colecistite) geralmente são sentidas no meio, na zona superior ou na zona superior direita do abdómen, perto do local onde se localiza a bexiga.

Padrão da dor

  • A obstrução do intestino inicialmente causa cólicas, provocando dores abdominais, devido às contrações nos músculos intestinais e à distensão do intestino.
  • As Dores do tipo cãibras na zona abdominal sugerem contrações fortes nos intestinos.
  • A Obstrução dos ductos biliares devido a pedras nos rins, geralmente causa uma dor abdominal superior constante, que dura entre 30 minutos a várias horas.
  • A Pancreatite aguda normalmente causa dor constante, firme e intensa na zona superior do abdómen e na zona superior das costas. A dor de uma apendicite aguda pode inicialmente surgir perto do umbigo, mas à medida que a inflamação progride, a dor move-se para a zona inferior direita do abdómen. A natureza da dor pode alterar-se com o tempo. Por exemplo, a obstrução dos ductos biliares por vezes evolui para inflamação da bexiga com ou sem infecção (colecistite aguda). Quando isto acontece, as características da dor mudam para dor inflamatória (ver mais em baixo).

Duração da dor

  • A dor na síndrome de intestino irritável aumenta e diminui durante meses ou anos, e pode durar anos ou décadas.
  • As cólicas biliares não duram mais que algumas horas;
  • A dor numa pancreatite pode durar um ou mais dias;
  • A dor relacionada com doenças relacionadas com os sucos digestivos – como a doença de refluxo gastroesofágico ou úlceras do duodeno, normalmente mostram alguma periodicidade, ou seja, há um período de semanas ou meses durante os quais a dor piora, seguido de um período de semanas ou meses durante os quais a dor é menos intensa.
  • A dor funcional pode ter o mesmo padrão de periodicidade.

O que torna a dor pior

A dor originada por inflamações (apendicite, diverticulite, colecistite, pancreatite) geralmente é agravada quando a pessoa espirra, tosse ou realiza outros movimentos bruscos.

O que alivia a dor

  • A dor na síndrome de intestino irritável e na obstipação pode ser aliviada temporariamente através de movimentos nos intestinos, e que podem ser associados a mudanças nos hábitos intestinais.
  • As Dores originadas por obstrução no estômago ou no intestino delgado superior podem ser aliviadas temporariamente através do ato de vomitar, pois reduz a distensão que é causada por essa obstrução.
  • Comer ou ingerir medicamentos antiácidos pode aliviar temporariamente a dor nas úlceras do estômago ou do duodeno, já que tanto a comida como os antiácidos neutralizam o ácido responsável por irritar as úlceras e causar dor.
  • As Dores que provocam que o paciente acorde do sono, são geralmente causadas por razões não funcionais.
Leia Também  Dieta Anti-Flatulência

Sinais e sintomas da dor abdominal

A presença de febre sugere inflamação. A diarreia e hemorragia retal sugere uma causa intestinal. A presença de febre e diarreia sugere inflamação dos intestinos, que pode ter origem infecciosa ou não infecciosa (por exemplo, colite ulcerativa ou doença de Crohn).

Sintomas de dor abdominal que são motivo de preocupação

Se a dor abdominal é grave ou acompanhada por qualquer um dos seguintes sintomas, contacte o seu médico assim que possível:

  • Febre
  • Incapacidade de manter os alimentos no estômago durante vários dias
  • Incapacidade para evacuar, especialmente se você também estiver vomitando
  • Dor ao urinar
  • O abdômen é sensível ao toque
  • A dor é o resultado de uma lesão no abdômen
  • A dor dura vários dias
  • Vomitar sangue
  • Têm sangue nas fezes
  • Ter dificuldade em respirar
  • Tem dor que ocorre durante a gravidez

Exame físico

Examinar o paciente irá fornecer ao médico pistas adicionais para descobrir a causa da dor abdominal. O médico irá determinar:

1 – A presença de sons vindos dos intestinos, que ocorrem quando existe obstrução dos intestinos;
2 – A presença de sinais de inflamação (através de manobras especiais durante o exame);
3 – A localização de qualquer zona sensível;
4 – A presença de uma massa dentro do abdómen, que sugira um tumor, aumento do volume de um órgão ou um abscesso (massa de pus infetado);
5 – A presença de sangue nas fezes normalmente significa um problema intestinal como uma úlcera, cancro do cólon, colite ou isquemia.

Por exemplo:

  • Encontrar uma zona sensível ou sinais de inflamação da zona inferior esquerda do abdómen usualmente significa diverticulite, ao passo que encontrar uma massa inflamada e sensível na mesma área pode significar que a inflamação evoluiu, formando-se um abcesso.
  • Encontrar uma zona sensível ou sinais de inflamação da zona inferior direita do abdómen muitas vezes significa a presença de apendicite, ao passo que encontrar uma massa inflamada e sensível na mesma área pode significar que a inflamação evolui, formando-se um abscesso. Uma inflamação na zona inferior direita do abdómen, com ou sem massa, pode também ser encontrada na doença de Crohn (é comum a doença de Crohn afetar a última parte do intestino delgado, geralmente localizada na zona inferior direita do abdómen).
  • Uma massa sem sinais de inflamação pode significar a presença de cancro.

Exames e testes

Apesar do historial e exame físico serem essenciais para determinar a causa da dor abdominal, os exames e testes são muitas vezes necessários para descobrir a sua origem.

Testes laboratoriais

Testes laboratoriais como a contagem completa de sangue, enzimas hepáticas (amílase e lípase), e análises à urina são frequentemente utilizadas para a avaliação da dor abdominal. Uma contagem elevada de glóbulos brancos sugere inflamação ou infecção (como por exemplo a apendicite, pancreatite, diverticulite ou colite).

A amílase e a lípase (enzimas produzidas no pâncreas) são normalmente elevadas na pancreatite. As enzimas hepáticas podem estar elevadas durante um ataque de cálculos biliares. O sangue na urina sugere pedras nos rins. Quando há diarreia e glóbulos brancos nas fezes, isso sugere uma inflamação intestinal.

Raio-X do abdómen

O Raio-X do abdómen, também conhecido como KUB (pois inclui os rins, a uretra e a bexiga), pode mostrar zonas dos intestinos aumentadas, cheias de grandes quantidades de fluídos e ar, em caso de obstrução intestinal. Os pacientes com uma úlcera perfurada podem ter ar a escapar do estômago para a cavidade abdominal.

O ar que se escapou pode ser visto num raio-x do abdómen na zona inferior do diafragma. Por vezes, o raio-x do abdómen pode revelar uma pedra do rim calcificada, que passou para a uretra e resultou em dor abdominal referida (dor não sentida no mesmo local onde é originada), ou calcificações no pâncreas, que sugerem pancreatite crónica.

Exames radiográficos (radiológicos)

ultrassom abdominal é útil para diagnosticar cálculos biliares, apendicite, colecistite, ou rutura de cistos do ovário, como causas da dor.

A Tomografia computorizada do abdómen é útil para diagnosticar pancreatite, cancro no pâncreas, apendicite e diverticulite, como também para diagnosticar abcessos no abdómen.

As Tomografias computorizadas especiais nos vasos sanguíneos abdominais podem detetar doenças nas artérias, que bloqueiam o fluxo sanguíneo para os órgãos abdominais.

Leia Também  Exames e Diagnóstico de Neuroma do Acústico

As Ressonâncias magnéticas são úteis para diagnosticar os mesmos problemas que a tomografia computorizada.

Os Raios-X de bário do estômago e nos intestinos (seriografia do estômago, passando pelo intestino delgado) podem ser importantes para diagnosticar úlceras, inflamações, e bloqueio dos intestinos.

tomografia computorizada do intestino delgado pode ser útil para diagnosticar doenças do intestino delgado como a doença de Crohn.

A Cápsula enteroscópica ou endoscópica, uma pequena câmara do tamanho de um comprimido, engolida pelo paciente, pode tirar fotografias de todo o intestino delgado e transmitir essas imagens para um recetor portátil. As imagens do intestino delgado podem ser descarregadas do recetor para um computador, para serem mais tarde analisadas pelo médico. A cápsula enteroscópica pode ser útil para diagnosticar a doença de Crohn, tumores do intestino delgado, e lesões hemorrágicas que não são visíveis nos Raios-X ou nas tomografias computorizadas.

Procedimentos endoscópicos

A Esofagogastroduodenocospia, também conhecida por endoscopia alta ou EGD, é útil para detetar úlceras, gastrites (inflamações no estômago), ou cancro no estômago.

A Colonoscopia ou sigmoidoscopia flexível são úteis para diagnosticar colites infecciosas, colites ulcerativas ou cancro no cólon.

O Ultrassom endoscópico é útil para diagnosticar cancro no pâncreas ou cálculos biliares, se o ultrassom normal, a tomografia computorizada ou a ressonância magnética falharem na sua deteção.

A Enteroscopia com balão, a mais recente técnica permite que o endoscópio atravesse a boca ou o ânus e chegue ao intestino delgado, onde as causas para as dores abdominais ou hemorragias derivadas de problemas no intestino delgado podem ser diagnosticadas, biopsiadas e tratadas.

Cirurgia

Por vezes, o diagnóstico requer a examinação da cavidade abdominal, seja por laparoscopia ou cirurgia. Por exemplo, na síndrome do intestino irritável é um problema diagnosticar a causa da dor abdominal. Como referimos anteriormente, a dor na síndrome do intestino irritável surge devido a contrações anormais nos músculos intestinais, ou então, a híper sensibilidade visceral.

Geralmente, as contrações musculares anormais ou a híper sensibilidade visceral são muito mais difíceis de diagnosticar que outras doenças causadoras de dor abdominal, principalmente devido a não haver as típicas anormalidades no exame físico ou nos usuais testes de diagnóstico. O diagnóstico é baseado no historial (sintomas típicos) e na ausência de outras causas para a dor abdominal.

Porque é tão difícil o diagnóstico da dor abdominal?

Os Avanços tecnológicos aumentaram consideravelmente a precisão, velocidade e facilidade na determinação da causa da dor abdominal, mas ainda assim, mantêm-se alguns desafios significativos. Existem muitas razões pelas quais o diagnóstico da dor abdominal pode ser tão difícil.

Por exemplo, a dor na apendicite pode localizar-se na zona superior direita do abdómen, e a dor na diverticulite na zona direita. Os Pacientes mais velhos e os pacientes que tomam corticosteroides podem ter pouca, ou mesmo nenhuma dor e sensibilidade quando há uma inflamação, por exemplo, em casos de colecistite ou diverticulite. Isto ocorre devido ao facto de os corticosteroides reduzirem a inflamação.

Os Resultados dos testes não são sempre anormais

– O exame de ultrassom pode falhar na deteção de cálculos biliares, sobretudo os mais pequenos.

– A Tomografia computorizada pode falhar na deteção de cancro no pâncreas, principalmente os mais pequenos.

– O raio-X do abdómen pode não detetar os sinais de uma obstrução intestinal ou uma perfuração no estômago.

– Os ultrassons e as tomografias computorizadas podem falhar na deteção de uma apendicite, ou até mesmo um abcesso, particularmente se estes são pequenos.

– Os hemogramas completos ou outros exames sanguíneos podem ser normais, apesar da existência de uma infecção severa ou de uma inflamação, especialmente quando os pacientes estão a tomar corticosteroides. Algumas doenças podem imitar os sintomas de outras.

– Os sintomas da síndrome do intestino irritável podem ser confundidos com uma obstrução no intestino, cancro, úlcera, ataques de cálculos biliares, e até mesmo apendicite.

– A doença de Crohn pode ser confundida com a apendicite.

– A Infecção no rim direito pode ser confundida com colecistite aguda.

– A ruptura de um cisto no ovário direito pode ser confundida com apendicite. Já a ruptura de um cisto no ovário esquerdo pode parecer uma diverticulite.

– As Pedras nos rins podem ser confundidas com apendicite ou diverticulite. As características da dor podem mudar. Os exemplos mencionados anteriormente incluem a extensão de uma inflamação de pancreatite a todo o abdómen, e a evolução de cólicas biliares para uma colecistite.

loading...

24. Setembro 2013 by admin

Comentários no Forum (8)

  1. Tenho dores em volta do umbigo internamente,e as vezes até sangra. Já fiz ultra do abdomen e não acusou nada.Gostaria de saber qual outro exame posso fazer para diagnósticar o problema.
    Sinto como se tivesse arranhado por dentro,e não posso nem me abaixar para colocar uma meia no sapato e também tenho cambra na região pélvica. Por favor me responda, obrigada por esse espaço.

  2. Eu sinto muitas dores na região abdominal, já fiz vários exames , ultrason do abdômen total , tomografia , raio X , colodoscopia, alguns exames parasitológico , e nenhum deram nada e continuo com essas dores já estou até sem esperança é me conformando com as dores e esperando o pior

    • Tenho dores no abdômen que passa para as costas,já fiz endoscopia,colonoscopia,ressonância, tomografia exames de laboratorial e não encontra nada.O que poderia ser?

  3. Sinto dores fortes e agudas na região abdominal toda vez que estou deitada e faço algum movimento brusco. As vezes também sinto desconforto quando estou sentada e espirro. Qual seria o diagnóstico?

  4. TENHO MUITA DOR ABDOMINAL , IRRADIANDO PARA REGIAO PELVE , SINTO DOR NO RETO E DESCONFORTO NA BEXIGA , JA FIZ COLONOSCOPIA E NAO DEU NADA , OQUE PODE SER?

  5. Sinto dores fortes e agudas na região abdominal toda vez que estou deitada e faço algum movimento brusco. As vezes também sinto desconforto quando estou sentada e espirro. Qual seria o diagnóstico? Pensei que poderia ser algo no útero ou ovários.

    Agradeço desde já a atenção

Participe no Forum. Deixe a Sua Dúvida ou Comentário

Required fields are marked *