Implantes Dentários Curtos

Os implantes dentários curtos constituem uma das mais recentes e entusiasmantes inovações da odontologia.

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Desenvolvidos para dar resposta às necessidades daqueles que se encontram em situações mais complicadas e por isso não podem usufruir de um implante dentário normal, esta solução representa uma alternativa que, ao ter sido desenvolvida a partir das mais avançadas técnicas de implantodontia, consegue agora oferecer resultados de uma qualidade que, até agora, ainda não havia sido experienciada por nenhuma outra solução da área da implantodontia.

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Assim como o nome indica, este é um implante de menores dimensões, comparativamente aos implantes normais, o que facilita a sua inserção até mesmo em regiões menos estáveis do maxilar.

Esta nova tecnologia vem aumentar significativamente as taxas de sucesso associadas à cirurgia de implante dentário, ao diminuir as probabilidades de desenvolvimento de problemas, não só no pós-operatório, como também durante a cirurgia em si. Apesar da sua dimensão reduzida, e ao contrário do que se possa pensar, os implantes dentários curtos têm vindo a apresentar uma resistência ao nível da dos implantes convencionais, não oferecendo assim qualquer tipo de risco para o paciente.

Em que situações devem ser utilizados?

Os implantes dentários curtos foram particularmente concebidos como alternativa viável aos enxertos ósseos. Isto é ideal para pacientes que não possuam uma estrutura óssea com, pelo menos, 10 mm de altura.

Geralmente, em casos como este, a opção mais usual a ser adoptada é o enxerto ósseo, uma vez que permite a adição de matéria óssea adicional ao maxilar, possibilitando assim a realização de um implante. Essa matéria tanto pode ser sintética, quanto natural, quando é retirada de outras regiões do corpo do paciente.

Esta técnica é há já muitos anos utilizada, e geralmente costuma dar origem a bons resultados. No entanto, ainda que resolva o problema de ausência de uma boa estrutura óssea, este procedimento acaba por prolongar imenso todo o processo, exigindo que o paciente tenha de esperar meses entre o enxerto ósseo e a colocação dos implantes.

Os riscos também são muito maiores, e o procedimento pode revelar-se bastante desagradável, uma vez que o tempo de recuperação será longo e, em alguns casos, ligeiramente desconfortável.

Com os implantes dentários curtos, todas as inconveniências associadas aos enxertos ósseos são eficazmente evitadas, uma vez que, para a realização da cirurgia de implante, o enxerto deixa de ser necessário. Uma vez que a dimensão destes implantes é extremamente reduzida, até mesmo as estruturas ósseas com menos de 10 mm de altura conseguirão suportá-los com facilidade.

E o melhor de tudo é que, ao contrário do que aconteceria através de outras alternativas, recorrendo a um implante dentário curto é perfeitamente possível concluir todo o processo num só dia, simplificando assim imenso todo este procedimento.

O que dá origem à perda de massa óssea?

Os factores que poderão originar a perda de osso são muitos. No entanto, na esmagadora maioria dos casos, esta perda deve-se, primariamente, ao facto da queda de dentes já ter ocorrido há bastante tempo.

Muitos pacientes apenas procuram uma alternativa de substituição dentária diversos anos após os seus dentes terem caído. A inutilização da estrutura óssea faz com que a mesma comece a perder densidade e qualidade, impossibilitando assim a inserção de um implante dentário longo, sem que antes seja efectuado um enxerto ósseo.

Este problema pode ocorrer em qualquer idade, mas é muito mais comum em pessoas que se encontrem acima dos 50 anos de idade. Para que esta complicação possa ser evitada, a decisão mais acertada a ser adoptada é que o paciente recorra de imediato a um dentista, assim que experienciar a perda de um ou mais dentes.

Isto facilitará a adopção de medidas que ajudem a preservar a qualidade do osso e a facilitar a instalação de implantes dentários, sem que para isso outras técnicas tenham de ser adoptadas. Isto não é vantajoso apenas do ponto de vista funcional, mas também do ponto de vista económico, uma vez que, quanto melhor for o estado da estrutura óssea, mais simplificado será todo o processo de instalação nos dentes, e menos dinheiro terá de ser gasto no mesmo.

Existem outros problemas ósseos de carácter crónico que também poderão potenciar a perda de massa óssea. Nessas situações, a prevenção torna-se muito mais complicada. No entanto, as alternativas de resolução a serem adoptadas continuarão a ser as mesmas, e revelar-se-ão tão eficazes nestes casos quanto nos mais convencionais.

Quais as principais vantagens?

Como referido anteriormente, a principal vantagem de uma alternativa deste tipo é a possibilidade de ser efectuada uma cirurgia de implante dentário sem primeiro haver a necessidade de realização de um enxerto ósseo.

No entanto, vale a pena referir, também, que os implantes dentários curtos estão directamente associados a taxas de sucesso mais elevadas, o que apenas vem comprovar que, apesar de serem consideravelmente mais pequenos, a estabilidade que é possível retirar dos mesmos encontra-se ao mesmo nível de qualquer outro tipo de implante de elevada qualidade.

E uma vez que uma cirurgia com um implante dentário curto é composta por menos etapas, não só o tempo de recuperação será menor, como também as probabilidades de desenvolvimento de infecções. Este procedimento acaba por ser extremamente vantajoso para o paciente e para o cirurgião, que poderá efectuá-lo num só dia, sem grandes complicações e de um modo bastante rápido.

A versatilidade de um implante curto também costuma ser consideravelmente superior à de um implante convencional. Isto, muito basicamente, significa que, será mais fácil inserir o implante em qualquer que seja a região do maxilar, sem para isso haver a necessidade de se recorrer a segundas opções.

Mesmo em zonas que apresentem irregularidades, o implante curto não terá qualquer tipo de dificuldade em adaptar-se na perfeição e oferecer um conforto e estabilidade semelhantes ao dos dentes naturais.

Quais os materiais utilizados nestes implantes?

A nível de materiais não existe grandes diferenças entre um implante curto e um implante convencional. Ainda que diversos sejam os materiais utilizados para a produção de implantes, aquele que, universalmente, é considerado como sendo o mais adequado, é o titânio puro.

Ainda que ligeiramente mais caro do que outras alternativas, o titânio puro destaca-se pela sua capacidade de oferecer um excelente nível biocompatibilidade, o que anula completamente a possibilidade de rejeição do implante por parte do organismo, problema esse que pode ocorrer com materiais de qualidade inferior.

O titânio puro é extremamente resistente, apresenta uma durabilidade impressionante e pode revelar-se surpreendentemente confortável para o paciente, quando devidamente instalado. Este material, não só resiste sem quaisquer problemas à corrosão causada pelos fluídos humanos, como também é extremamente leve, o que lhe permite simular as principais características da raiz natural de um dente.

Os implantes de titânio são fabricados com o objectivo de durar décadas. No entanto, para que os resultados possam ser verdadeiramente animadores, é importante que o paciente nunca negligencie a importância de uma manutenção cuidada dos seus implantes.

Da mesma forma, aconselha-se que sejam sempre utilizados implantes fabricados por produtoras de grande renome internacional, uma vez que é através dessas que é possível obter os produtos de maior qualidade possível.

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Quais os riscos de um implante curto?

O facto de que esta é uma técnica relativamente recente no universo da implantodontia ainda não permite calcular com exactidão quais os principais problemas que poderão advir de um procedimento deste tipo.

No entanto, os dados apontam para taxas de sucesso bastante elevadas, o que indica que os riscos implícitos numa cirurgia de implante curto são bastante reduzidos. O que se pode dizer é que ainda existe alguma inexperiência por parte dos especialistas em relação a esta técnica, o que, por vezes, poderá resultar em pequenas falhas.

Por essa razão, é altamente aconselhável que os pacientes apenas se submetam a cirurgias de implante curto em clínicas que apresentem já um bom historial de familiaridade com a técnica. Ou seja: experiência. Há clínicas que adoptam como especialidade o implante dentário curto, e é nessas que deverá apostar para a realização desta cirurgia.

Numa época em que esta técnica ainda é relativamente recente, é muito importante apostar na experiência e competência, em vez de simplesmente optar por profissionais menos habilitados, que possam oferecer uma prestação de serviços mais acessível.

O implante curto exige uma técnica cirúrgica muito mais precisa por parte do cirurgião e um conhecimento mais aprofundado por parte do protesista, uma vez que muitos são os factores biomecânicos a serem observados para que os resultados se possam revelar verdadeiramente satisfatórios.

É por isto que ainda poucas são as clínicas a oferecer o implante curto como alternativa ao enxerto ósseo, uma vez que, para tal, é necessário que o especialista se submeta a um programa de formação avançada que possa eficazmente prepará-lo para a realização desta cirurgia.

Para que este procedimento possa decorrer sem inconvenientes, é importante que seja efectuado apenas quando necessário. Os implantes curtos são indicados para pessoas com deformidades ósseas, e por isso não deverão ser utilizados como alternativa de resolução de problemas mais comuns.

O paciente poderá voltar a mastigar normalmente logo após a cirurgia?

Geralmente, não. É importante que, nos dias que sucedem a cirurgia, o paciente se restrinja apenas ao consumo de alimentos líquidos ou de fácil trituração, evitando sempre qualquer tipo de alimento que se possa revelar mais sólido.

Obviamente, o período de resguarde irá variar de caso para caso, não sendo, por isso, possível oferecer uma resposta conclusiva relativamente a este tópico. No entanto, é comum o paciente ter de esperar algumas semanas até poder voltar a mastigar normalmente e consumir qualquer tipo de alimento.

Ainda que a espera possa parecer longa, não deixa de ser significativamente menor do que aquela associada ao procedimento cirúrgico convencional, quando o mesmo envolve, também, uma cirurgia de enxerto ósseo. Em casos desses, poderá até ser necessário para o paciente esperar vários meses até que possa retomar de forma segura todos os seus hábitos alimentares.

Para além da espera, também poderá vir a ser necessária a ingestão de medicamentos receitados pelo odontologista. Isto acelerará o processo de recuperação e ajudará a prevenir infecções que possam afectar negativamente o resultado final da cirurgia.

A faixa etária do paciente também poderá influenciar o tempo de recuperação, uma vez que, quanto mais velho for, maior será a espera até que possa retomar todos os seus hábitos alimentares.

Caso o paciente sofra de determinados problemas crónicos, como é o caso de diabetes, problemas do coração e doenças ósseas, o tempo de recuperação também se poderá alargar significativamente.

Uma grande parte dos casos de insucesso estão directamente associados à ausência de respeito por parte do paciente em relação a todas as regras a serem seguidas durante a fase de recuperação.

Tentar mastigar alimentos sólidos logo após a cirurgia poderá afetar a estabilidade do implante e impedir uma correta integração do mesmo com o osso. Para evitar isto, é importante resistir totalmente à tentação de consumir o que quer que seja que possa exigir esforço durante a mastigação.

Esta regra deverá ser seguida enquanto o médico assim o recomendar.