Lúpus – Sintomas, Causas, Tratamento, Fotos, Diagnóstico e Prevenção

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), na maior parte das vezes chamado apenas de Lúpus, é uma doença reumática sistémica, ou seja, poderá afetar qualquer parte do corpo humano, sendo que o sintoma mais comum são as constantes e persistentes dores nas articulações, mesmo quando não há razões para estas existirem. É uma doença rara, crónica e que geralmente afeta mais as mulheres do que os homens, com uma razão de 9 para cada 10 doentes a serem mulheres, sendo que o mais comum é o seu surgimento entre os 15 e os 44 anos de idade.

Apesar desta doença estar associada, na maior parte dos casos, a resultados fatais, existem muitos doentes que conseguem conviver com a doença durante imenso tempo, quando esta apresenta uma gravidade ligeira. O diagnóstico e o tratamento são essenciais para a resolução deste problema de saúde, porém, segundo declarações feitas diretamente por doentes, um dos pontos centrais de qualquer tratamento para a Lúpus, é o doente propriamente dito e a forma como este aprende a viver com a doença.

Durante muito tempo acreditou-se que este era um problema de saúde sem tratamentos adequados, contudo a evolução de medicina contornou isso e agora, desde que o diagnostico seja feito atempadamente, existem alguns tratamentos que ajudam os doentes a viver com o problema de saúde, da melhor forma possível.

O que é lúpus ?

O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença reumática sistémica, que poderá afetar praticamente todos os órgãos do corpo humano e não apenas as articulações e músculos como o seu nome poderia induzir em erro.

O nome da doença advém da palavra Lupus que significa Lobo em Latim, principalmente devido às lesões que a doença causa na pele dos doentes, sendo que este nome foi até dado durante imenso tempo a vários tipos de lesões na pele. Por outro lado, o Eritematoso significa avermelhado e está relacionado com as mesmas lesões e à coloração destas na pele. Por último, mas também muito importante, é necessário referir que estas lesões têm muitas vezes o formato de uma borboleta e surgem essencialmente no rosto, na zona do nariz e à sua volta, pelo que existem muitas fontes de informação que associam a imagem da borboleta à doença para a distinguir.

Esta é uma doença autoimune do tecido conjuntivo, ainda de origem desconhecida, tem como principal característica o ataque do sistema imune às suas próprias células e a outros tecidos do copo, causando inflamações e vários tipos de danos.

Classificação e Tipos

Atualmente, segundo os vários testes feitos à doença propriamente dita e aos doentes que vivem com ela há imenso tempo, podem destacar-se 3 tipos de Lúpus, sendo que estes diferem essencialmente nos sintomas, na forma como se propaga pelo corpo e também pelo tratamento que poderá ser adoptado para o seu controlo.

Lúpus discoide

Neste caso específico, a doença está sempre limitada à pele, ou seja, os sintomas são sempre direccionados à pele, atingindo geralmente as áreas da pele mais expostas à luz solar, cerca de 60% dos casos é no rosto. Em alguns casos, nomeadamente cerca de 5-10%, a doença poderá evoluir o suficiente até atingir o Lúpus Eritematoso Sistémico, mas nem todos os casos acontece, levando a que mais tarde a doença afecte quase todos os órgãos ou mesmo sistemas do corpo.

Não se conhece exactamente quais as causas para o seu surgimento, mas vários estudos comprovam que a exposição prolongada a raios ultravioleta é um fator a ter em consideração, principalmente porque mais tarde o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto é um dos sintomas mais comuns. Este tipo de lúpus também pode acontecer em animais.

Lúpus sistêmico

Este é o tipo da doença mais comum, sendo que apesar de ter este nome específico a maioria das pessoas identifica-o como um todo, denominando-o apenas de Lúpus. É o tipo mais grave dos existentes, sendo que na maior parte dos doentes surge inicialmente algumas lesões na pele e nas articulações, avançando depois para o acometimento dos rins, coração, pulmões e até do sangue.

Neste caso particular poderá afectar todo o corpo e caso o diagnóstico não seja feito a tempo e com o especialista adequado, poderá mesmo tornar-se fatal.

Lúpus induzido por drogas

Este caso particular da doença, surge como uma possível consequência do uso exagerado e constante de certas e determinadas drogas ou mesmo medicamentos. Entre a lista destas drogas e medicamentos responsáveis pelo aparecimento da doença, estão mais de 100 nomes de drogas, como é o caso da procainamida e a hidralazina, entre os medicamentos, a grande maioria deles, quando usados em excesso e fora da dosagem recomendada pelo médico especialista tornam-se extremamente perigosos.

Até os próprios medicamentos administrados para o tratamento da doença podem levar a este tipo de lúpus, sendo que os sintomas são em muito semelhantes ao lúpus sistêmico, contudo segundo os estudos feitos e os vários especialistas, a suspensão destes medicamentos podem levar ao desaparecimento da grande maioria dos sintomas, a menos que a doença esteja já demasiado avançada.

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Causas

Infelizmente, mesmo esta doença tendo características tão específicas, qualquer pessoa poderá vir a sofrer dela, apesar desta ser relativamente rara tendo em consideração os inúmeros factores a considerar para o seu aparecimento. Afecta essencialmente mulheres, sendo que 9 em cada 10 doentes são mulheres, geralmente com idades compreendidas entre os 15 e os 44 anos, tornando-se extremamente raro que a doença surja antes dos 9 e depois dos 60 anos de idade.

Apesar de existir uma certa tendência genética, são raros os casos em que esta passa de pais para filhos, havendo apenas alguns casos em gémeo idênticos. Assim, é muito difícil de prever quando é que a doença poderá surgir, sendo por isso essencial concentrar todas as atenções nas possíveis causas e ainda em todas as prevenções necessárias para a evitar.

Infelizmente esta é uma doença onde a sua origem ainda não é totalmente conhecida, sendo por isso normal que a maioria dos especialistas refira algumas das hipóteses mais prováveis.

Genética

Não sendo uma das causas mais comuns de todas, alguns especialistas acreditam que existe uma predisposição genética para a doença. 10% dos pacientes com Lúpus são hereditários e apenas 5% são crianças em que os pais têm a doença. Não é dos factores mais importantes, mas é algo a ter em consideração e a colocar debaixo de olho no caso de existir alguém com a doença na sua família directa.

Stress

Poderá parecer estranho, mas este é um dos factores a ter em consideração, principalmente devido à existência de adrenalina em excesso ou ainda de cortisona, influenciando directamente o aparecimento e desenvolvimento da mesma.

Luz Solar

A exposição à luz solar, nomeadamente à luz ultravioleta, é uma das causas mais importantes de todas. Estudos confirmam que mais de 30% dos pacientes apresentam um tipo de sensibilidade específico sobre esta luz, levando assim a que haja uma estimulação fora do normal de anticorpos para combater essa incidência na pele. A luz solar em si não é uma das causas para a doença, mas sim a forma como o organismo se defende desta.

Vírus

Obviamente que qualquer tipo de vírus dentro do organismo é um factor a considerar para uma série de doenças possíveis, contudo no caso do Lúpus, a presença de linfócitos B são ainda mais graves, pois provocam a produção de anticorpos e em pacientes susceptíveis à doença funciona como um enorme rastilho.

Químicos

A ingestão de químicos, sejam em formato de drogas ou medicamentos, é uma das causas mais prováveis para o aparecimento da doença, sendo que alguns medicamentos em específico tornam-se ainda mais perigosos, nomeadamente procainamida (administrada para problemas de coração), hidrazina (para tratamento da tuberculose), difenilhidantoína (para tratamento da epilepsia) e ainda a hidralazina (para a pressão alta), levam a uma série de sintomas em tudo semelhantes ao Lúpus, tornando-se assim complicado de diferenciar as coisas e no caso dos doentes pré-dispostos, é meio caminho para o seu surgimento.

Sintomas

Esta é uma das doenças mais difíceis de controlar, enquanto ainda não se conhece ao certo quais são as principais causas do seu aparecimento, os sintomas são também uma grande incógnita até para os especialistas. Estes podem variar de pessoa para pessoa e até aparecer e desaparecer, sem um motivo aparente. A grande maioria dos pacientes fica alerta assim que surgem dores nas articulações e um edema ao mesmo tempo, porém a maioria dos doentes podem não ter nada disso e ainda assim terem a doença.

Assim, apenas um conjunto de alguns dos sintomas abaixo descritos, quando surgem ao mesmo tempo, levam ao alerta do médico especialista para a doença, já que em alguns casos os sintomas são os mesmos de outros problemas e podem ser induzidos em erro e administrados tratamentos errados.

Os sintomas mais comuns, sendo também aqueles que surgem no início da doença, antes da sua grande evolução, são: febre, um mal estar sem motivo aparente, alguma inflamação nas articulações e até dos gânglios linfáticos, dores constantes pelo corpo (principalmente na zona das articulações), o aparecimento de algumas manchas avermelhadas (principalmente na zona do rosto) e ainda aftas na boca.

Por outro lado, existem outro tipo de manifestações da doença por todo o corpo, sendo que podem até chegar a causar lesões graves em alguns dos órgãos mais importantes do corpo humano, nomeadamente coração, vasos sanguíneos, fígado, rins e até sistema nervoso. A forma como estes sintomas evoluem dependem exclusivamente do paciente, sendo que alguns factores emocionais e ambientais podem dificultar bastante o diagnóstico da doença.

Assim, entre as manifestações mais comuns, destaque para:

Dermatológicas – a grande maioria dos pacientes com Lúpus apresenta alterações dermatológicas num determinado momento, causando uma mudança de textura da pele e o aparecimento de manchas vermelhas, geralmente mais na zona do rosto.

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Músculos e Esqueleto – este tipo de manifestações é muito comum, sendo caracterizadas pelas dores constantes na zona das articulações, nomeadamente as do punho e da mão. Apesar de existirem alguns relatos, é extremamente raro que estas manifestações resultem em deformidades nos pés ou nas mãos, sendo muito mais comum a presença de dores constantes e difíceis de controlar.

Hematológicas – cerca de metade dos pacientes correm o risco de sofrer de anemia, ou seja, a grande maioria dos pacientes com esta doença poderá sofrer de uma baixa de plaquetas e leucócitos, podendo vir antes da doença surgir, durante ou mesmo depois, causada pelos tratamentos severos necessários.

Cardíacas – o aparecimento de problemas cardíacos é muito comum, nomeadamente a pericardite, endocardite e miocardite, sendo que não é um sintoma muito comum, contudo é um dos mais importantes e graves, significando que a doença poderá estar já num estado avançado.

Lista de alguns sintomas da doença:

  • Febre, manchas na pele
  • Vermelhidão no nariz e no rosto, formando um desenho como asas de borboleta
  • Fotossensibilidade, pequenas feridas na boca e no nariz
  • Dor nas articulações, fadiga
  • Dificuldade em respirar, taquicardia
  • Tosse seca, dores de cabeça, convulsões, anemia, inchaço
  • Pouca urina, mal-estar, perda do apetite, ansiedade
  • Depressão, doenças reumatológicas, doenças renais, doenças do sangue e doenças do aparelho respiratório

Exames de Diagnóstico

Esta é uma das doenças mais temidas da maioria das pessoas, por isso assim que um dos sintomas descritos acima surge, há uma enorme tendência para procurar rapidamente um médico em busca de uma série de exames para descartar essa hipótese ou simplesmente detectar a mesma a tempo de encontrar um tratamento adequado, rápido e eficaz.

Geralmente um dos primeiros exames realizados pelo médico passa pela observação do corpo em si, realizando um exame físico em busca de algum tipo de manchas ou mesmo inflamações nas articulações, enquanto auscultará também o seu tórax. Em alguns casos, mesmo que raros, o médico poderá ainda requisitar um exame do sistema nervoso.

Entre os exames mais populares, destaque para os exames de anticorpos, nomeadamente com a inclusão do teste de anticorpos anti-nucleares, um hemograma completo, uma radiografia ao tórax, uma biópsia renal e ainda a análise à urina. Apesar de não ser muito comum, o aparecimento desta doença poderá levar à alteração de alguns resultados em outros exames, mesmo que estes não sejam pedidos especificamente para o diagnóstico da doença.

Tratamento

Infelizmente, para infelicidade de todos aqueles que têm a doença, não existe tratamento para a cura da doença, existindo apenas tratamentos adequados ao controlo dos sintomas e ajudando todos os pacientes a viverem a sua vida o mais normal possível.

Esta doença poderá ser tratada com medicamentos que têm dois objectivos concretos, reduzir a inflamação de todos os tecidos que foram afetados pela doença e ainda diminuir significativamente as possíveis alterações que ocorreram no sistema imunológico, sendo que geralmente estas são responsáveis pelas inflamações que acontecem.

Porém, a maioria dos especialistas aconselha ainda a administração de outro tipo de medicamentos, indicados para combater algumas complicações que surgiram na maioria dos doentes, nomeadamente contra a retenção de líquidos, hipertensão, anticonvulsivos e ainda antibióticos. A administração de anti-inflamatórios é também aconselhável, principalmente para o alívio de grande parte das dores causadas pela doença.

Qualquer tratamento, à base da ingestão de fármacos, requer um acompanhamento muito preciso por parte de especialistas, pois um dos efeitos colaterais deste poderá ser extremamente agressivo para o organismo e até para a doença. Estes tratamentos devem ser controlados para gestantes portadoras de lúpus, pelo que iremos falar de seguida desta situação.

Apesar de tudo, o maior e mais importante tratamento a fazer para a doença do lúpus é o tratamento psicológico, pois este é um problema de saúde que irá, a longo prazo, levar o paciente a uma série de limitações principalmente físicas, por isso é extremamente complicado para pessoas com uma vida activa, verem-se alterar a sua rotina devido às condicionantes do seu corpo. Alguns especialistas na doença defendem que este tratamento psicológico é ainda mais importante do que o fármaco, pois quando o desgaste emocional e a ansiedade atingem valores demasiado elevados, os problemas imunológicos vão aumentar e com isso a doença irá progredir ainda mais rapidamente.

Possíveis Complicações

Mesmo não existindo cura para esta doença, é possível ter uma vida minimamente normal sendo portador da mesma, desde que sigam todas as indicações dadas pelos especialistas que estão a acompanhar. Por outro lado, aconselha-se sempre que os pacientes tenham uma vida o mais saudável possível, sem a ingestão de álcool ou qualquer tipo de drogas.

Entre as complicações mais comuns, destaca-se a existência de depósitos anormais nas células dos rins, levando assim a outros problemas, até mesmo a insuficiência renal, precisando mais tarde de hemodiálise ou até de um transplante renal. Podem ainda existir outras complicações, nomeadamente:

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– aparecimento de coágulos sanguíneos nas zonas das pernas ou até nos pulmões
– aparecimento de anemia hemolítica, com a destruição dos glóbulos vermelhos ou até mesmo de anemia crónica
– aparecimento de líquido em volta do coração e até dos pulmões, podendo causar danos no tecido pulmonar
– no caso de gestantes, poderá levar ao aborto espontâneo
– inflamação de vasos sanguíneos, levando depois a outros possíveis problemas de saúde

Lúpus na Gravidez

O momento da gestação é sempre de enorme preocupação, ainda mais quando o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), está presente, apesar de hoje em dia já não ser uma enorme preocupação. Com a vigilância certa e os devidos cuidados, é possível manter uma gravidez praticamente sem percalços e com a segurança devida.

Embora seja possível manter uma gravidez, tendo lúpus, sem grandes complicações, todas elas são consideradas de alto risco, ou seja é necessário um planeamento antecipado, sendo sempre aconselhado que engravide apenas quando a doença estiver em remissão, pois terá muito menos problemas. É aconselhável também que consulte o seu médico sensivelmente meio ano antes de tentar engravidar, falando-lhe do seu desejo e provavelmente deixar de tomar parte da medicação indicada no tratamento.

Por outro lado, a gravidez em si deverá ser vigiada de perto por um médico obstetra, especialmente por um especializado em gravidezes de alto risco ou então com a ajuda de um reumatologista especializado em gravidez e doenças auto-imunes, como é o caso da Lúpus. Será necessário fazer vários tipos de exames, nomeadamente análises, para verificar o estado do seu organismo e evitar que o mesmo possa influenciar de alguma forma a gravidez. A própria mulher deve também fazer algumas alterações, nomeadamente a nível de estilo de vida e de manter sempre o lado saudável em primeiro plano, evitando todo o tipo de erros para não agravar a situação e tornar tudo mais complicado ainda.

Existem ainda algumas possíveis complicações, que devem ser conhecidas para que caso ocorram, consulte o seu médico o mais rápido possível, evitando colocar em risco a sua vida e a do feto. O abordo espontâneo, o parto prematuro, crises constantes de lúpus (mesmo quando a doença já se encontra em remissão), a função renal comprometida, o crescimento lento do feto e até mesmo a pré-eclampsia, são algumas das complicações possíveis, mesmo que nem todas elas sejam comuns.

Lúpus e a Queda de Cabelo

Grande parte dos pacientes que têm Lúpus vão sofrer, mais tarde ou mais cedo, da queda de cabelo, um problema que afecta essencialmente a auto-estima e o lado físico da pessoa, mas que a nível emocional tem um grande peso na vida de qualquer pessoa. Este problema poderá surgir da doença ou dos tratamentos necessários para a controlar, sendo por isso necessário ter alguns cuidados específicos para tratar este problema de acordo com a situação em questão.

Em primeiro lugar é necessário entender o tipo de queda de cabelo que acontece, pois poderá ser relacionada com a doença em si, tendo um tratamento específico, ou estar relacionada com o tipo de tratamento que está a fazer, sendo que neste último recurso é também necessário outros cuidados específicos. Quando esta é causada por medicamentos específicos usados no tratamento do Lúpus, o mais indicado é a consulta imediata do seu médico especialista, falando sobre o assunto e expondo a situação, para que este encontre um outro tratamento que não traga este tipo de consequências.

Por último, é necessário também fazer algumas escolhas de estilo de vida saudável, nomeadamente a nível de horas de descanso, exercício físico e manter sempre uma alimentação saudável, além de ajudar na queda de cabelo, está também a ajudar na doença e na própria saúde. É também aconselhável o uso de protector solar e sempre que possível, usar produtos específicos para a protecção do próprio cabelo, principalmente durante os meses de verão, onde a exposição solar é muito maior.

Prevenção

Como seria de esperar, o melhor tratamento possível para qualquer doença é a prevenção. No caso do Lúpus, sendo esta uma doença sem cura possível, pelo menos para já, que afeta bastante o corpo dos doentes afetados, não há nada mais importante do que evitar ao máximo o seu surgimento e para isso, existem algumas alterações de rotina e indicações que deverá seguir.

Entre a prevenção mais comum, está a diminuição da exposição solar exagerada, principalmente nas horas de maior força, que são entre as 10 e as 16 horas, seja durante o verão ou o inverno, já que o que conta e importa são os raios ultravioleta. Por outro lado, é aconselhável o uso constante de protetor solar diariamente, assim como produtos protetores para o couro cabeludo. Devem evitar também fazer bronzeamento, principalmente o artificial, pois os químicos e as substâncias usadas são demasiado perigosas.

Fotos de Lúpus

Veja a galeria completa de Fotos de Lúpus Eritematoso Cutâneo.

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28. Março 2014 by admin

Comentários no Forum (2)

  1. Lupus discoide….. tem como entrar na previdência para aposentadoria?. Tenho 37 anos . Estou desempregada. N consigo emprego devido a saúde e articulação. Tenho 16 anos de inss pago. Gostaria de que alguém me informe por favor.

  2. tenho lupus eritematoso cutaneo preciso de ajuda quanto a um especialista no RIO DE JANEIRO.

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