Sinusite – Causas, Sintomas, Tratamentos, Diagnóstico e Prevenção

A sinusite é extremamente comum na sociedade, afectando um grande número de pessoas, tornando-se assim um problema de saúde frequente na prática clínica, mas nem isso faz com que se torne mais simples o seu diagnóstico e tratamento, pois dadas as suas semelhanças a outros problemas, principalmente problemas respiratórios, torna-se muito complicado de antever o seu surgimento e com isso encontrar o tratamento adequado rapidamente.

Apesar de ser um problema de saúde extremamente comum, dados os sintomas e até as causas que levam até ela, existem muitos doentes a confundir este problema com outros problemas respiratórios, muitas vezes mais graves ainda, descurando assim de um tratamento adequado e até bem menos intensivo que essas outras doenças necessitam. Existem várias causas e sintomas diferentes para todas as pessoas, principalmente porque podem confundir-se com outros problemas de saúde, por isso, o mais indicando é recolher o máximo de informação possível sobre a doença, saber quais são as causas mais comuns e sempre que essas se combinarem com os sintomas mais evidentes, consultar imediatamente o seu médico de família para encontrar o tratamento menos evasivo possível, que ainda assim tenha os efeitos desejados.

O que é a sinusite?

A sinusite é o nome que os especialistas dão à inflamação dos seios paranasais, que por sinal são também muitas vezes denominados apenas de seios da face, causando alguns problemas respiratórios momentâneos e um grande desconforto geral.

Estes seios paranasais são cavidades que estão localizados nos dois lados do rosto, sendo que no total são 4, localizados todos em torno do nariz, uns acima dos olhos e outros por baixo dos mesmos, daí que quando a sinusite surge as dores que os doentes sentem são todas em volta dessa zona. Os seios paranasais são: seio frontal, seio etmoidal, seio esfenoidal e seio maxilar, sendo que cada um destes pares desempenham funções diferentes.

Para compreender exactamente o motivo para a doença surgir, é também necessário compreender as funções de cada um dos seios nasais:

– estes são responsáveis pela umidificação e aquecimento do ar que é respirado através do nariz;
– estes são também responsáveis por aumentar a ressonância directamente na voz;
– são igualmente responsáveis por equilibrar as pressões intracranianas, quando por outro lado existem variação na pressão atmosférica, nomeadamente nas viagens de avião, no mergulho ou até na subida de grandes altitudes
– os seios paranasais são também responsáveis pela secreção do muco, de forma a proteger as vias aéreas superiores
– estes são também essenciais na absorção do impacto, no caso de existir trauma de alguma forma que afecte aquela zona

Estes seios são simétricos e bilaterais, por isso ficam localizados em praticamente toda a zona envolvente do nariz, ligados à cavidade nasal através de pequenos orifícios e canais por onde o muco é drenado. Por isso mesmo, quando estes canais impossibilitam que haja escoamento do muco, seja por quadros de alergias ou gripes, causam edema da mucosa nasal e com isso levando à congestão dos seios paranasais e consequentemente sinusite.

Classificação e Tipos

Tendo em consideração que existem variantes neste tipo de doença, é essencial dividir a patologia em 3 tipos a nível de classificação, sendo que cada uma delas apresenta sintomas diferentes e causas distintas, sendo posteriormente essencial para um diagnóstico mais preciso e a adoção de um tratamento mais eficaz.

Esta poderá ser classificada tendo em consideração a cavidade nasal que afecta, nomeadamente Maxilar, Frontal Etmoidal e Esfenoidal, sendo que são estes também os seios paranasais que temos.

Além disso, a sinusite poderá ser classificada tendo em consideração as suas causas, nomeadamente:

Sinusite Infecciosa

Como o próprio nome indica, esta surge quando existem infecções que possam levar ao problema, nomeadamente a nível respiratório ou até problemas nos pulmões. Causam uma dor bastante característica na região dos seios da fase, junto aos olhos, seguindo-se depois a obstrução nasal, a secreção purulenta e até a possibilidade de surgimento de temperaturas altas, vulgo febre.

Sinusite Alérgica

É causada muitas vezes por questões alérgicas, muito característica na primavera, quando há uma grande quantidade de pólen no ar, apresenta uma dor característica nos ossos da face, como se fosse causada por um trauma, sendo que poderá ocorrer também alteração de temperatura e restantes sintomas comuns das alergias, como a obstrução nasal e as crises constantes de espirros.

Sinusite Traumática

Esta poderá acontecer por traumas, sendo que o mais normal é a sua ocorrência devido à diferença de pressão, seja durante o mergulho ou às viagens de avião. Nestes casos específicos ocorre pouca obstrução nasal, comparativamente aos outros tipos de sinusite e a dor é na zona maxilar.

Para além disso, a sinusite poderá também aparecer e desaparecer em relativamente pouco tempo ou permanecer durante mais tempo, sendo por isso classificada de acordo com o tempo que dura, nomeadamente:

Sinusite Aguda

Dura menos de 1 mês e por isso o tratamento é mais focado nos momentos de crise.

Sinusite Sub-Aguda

A sua duração varia, mas geralmente é entre 1 a 3 meses.

Sinusite Aguda recorrente

Acontece uma média de 3 vezes por ano, geralmente associada a mudanças de tempo, sendo que normalmente cada episódio dura uma média de 2 semanas.

Sinusite Crónica

É caracterizada assim sempre que a sua duração é superior a 3 meses.

Sintomas

Tal como referido em cima, a sinusite pode ser classificada de três formas diferentes, sendo que o que as faz distinguir umas das outras são os sintomas e as causas, apesar de todos eles serem muito semelhantes, permite que se saiba exactamente se se trata apenas de um episódio de alergias ou do aparecimento de sinusite.

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Apesar da sinusite crónica e aguda terem sintomas muito semelhantes, a sinusite aguda é essencialmente uma infecção temporária nos seios paranasais, por isso pode muitas vezes ser apenas associada a uma gripe passageira. Se estes sintomas se prolongarem por mais de 12 semanas, principalmente se existir a presença de dois destes sintomas em simultâneo, então deixa de ser “apenas” uma infecção e passa a ser sinusite crónica.

Entre os sintomas mais comuns, destaca-se a pressão que se poderá sentir na zona envolvente ao nariz ou até uma dor característica nessa zona e a diminuição ou até perda completa do olfato. Para além disso, existem alguns casos de dores de ouvidos e ainda no maxilar superior (podendo haver até acontecer o surgimento de dores de dentes), alguma tosse que poderá piorar durante a noite, a garganta inflamada que causa muitas vezes mau hálito, fadiga e até náuseas.

Por último, é necessário mencionar que todos estes sintomas apresentados em cima, são iguais no caso de sinusite aguda, contudo, neste último caso os sintomas duram muito menos tempo e por isso a fadiga é muito menos comum.

Lista completa de sinais e sintomas:

  • Dor de cabeça forte (cefaleias)
  • Obstrução nasal
  • Rinorreia anterior ou posterior
  • Febre
  • Edema periorbitário
  • Dor facial
  • Dor na arcada dentária superior
  • Dor em volta dos olhos
  • Sensação de pressão quando se baixa a cabeça
  • Pieira
  • Coriza (inflamação da mucosa nasal)
  • Espirros
  • Dor de ouvido
  • Ouvidos entupidos
  • Perda do olfato
  • Dores no maxilar superior e dor de dentes
  • Tosse, que pode ser pior durante a noite
  • Garganta inflamada
  • Mau hálito (halitose)
  • Fadiga ou irritabilidade
  • Náuseas.

Causas

Apesar da sinusite poder aparecer em qualquer idade, no caso dos adultos esta é sobretudo maxilar, enquanto que no caso das crianças esta é geralmente etmoidal. O seu surgimento é semelhante em ambos os casos, sendo que normalmente esta é provocada por qualquer mecanismo que tenha como consequência a obstrução dos orifícios dos seios paranasais, provocando edema nas membranas mucosas.

As causas mais comuns para o aparecimento da sinusite são problemas tão comuns como a gripe, os vários tipos de alergia que possam surgir, o desvio do septo nasal e até o aparecimento de condições climáticas adversas que em nada podem ser alteradas pelo próprio paciente.

Em termos práticos, pode ser muito complicado de determinar as causas da sinusite crónica, sendo que esta é uma doença inflamatória que tem uma pré-disposição para pessoas com asma, é também muito comum em todas aquelas que têm alergia a partículas que costumam andar no ar, como a poeira, o mofo ou o normal pólen. Além disso, a reacção alérgica a certos e determinados fungos comuns, pode ser responsável pelo aparecimento de alguns casos de sinusite crónica, não esquecendo ainda que doentes com episódios frequentes de sinusite aguda (muitas vezes determinados apenas por climas húmidos ou poluição no ar), têm uma tendência natural a desenvolver a sinusite crónica.

Lista completa de causas:

  • Gripe comum
  • Alergia
  • Desvio do septo nasal
  • Condições climáticas adversas
  • Infecção nos dentes

Fatores do individuo que favorecem o seu aparecimento:

Diagnóstico

O diagnóstico de sinusite é bem mais complicado do que aparenta, principalmente pelos sintomas e causas que podem levar a tantas outras doenças respiratórias, é essencial que este seja feito com todo o rigor possível para levar a tratamentos eficazes e sem efeitos secundários.

Quando os sintomas têm uma duração inferior a 12 semanas, o diagnóstico torna-se ainda mais complicado, porém na maioria dos casos o paciente é encaminhado para um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada dos sintomas, um acompanhamento progressivo e um tratamento adequado.

É essencial que consulte rapidamente um médico quando os sintomas de sinusite aguda teimarem em se tornar constantes, sem qualquer tipo de alteração com os tratamentos básicos, por outro lado, sempre que os sintomas durarem mais que 7 dias deve fazê-lo também e nunca esquecer que mesmo depois da consulta do médico, é necessário que haja um acompanhamento para ver a evolução da doença.

Aquando a consulta médica, o profissional de saúde começará por examinar os seus seios nasais, olhos, ouvidos, nariz e até a garganta, contudo o primeiro diagnóstico é feito através de um simples questionário, criado para o efeito e com essas respostas básicas o primeiro tratamento poderá ser administrado.

Geralmente o médico questionará sobre os sintomas que tem e quando estes surgirem, qual a acção ou período de tempo em que esses mesmos sintomas tendem a piorar ou melhorar, se o paciente teve alguma infecção respiratória nos meses anteriores, se tem algum tipo de alergias, se é fumador ou está exposto demasiado tempo ao fumo passivo, quais os medicamentos que toma regularmente e ainda o seu quadro clínico dos últimos anos.

Além disso, em alguns casos mais graves, é normal que o médico avance para exames médicos mais completos, nomeadamente:

Endoscopia nasal

Este é um dos exames médicos possíveis, apesar de não ser o mais apreciado pelos pacientes, já que se trata de um tubo fino e flexível, com uma luz de fibra óptima na sua ponta, que é introduzido directamente pelo nariz, permitindo assim que se possam inspeccionar visualmente o interior dos seus nasais, permitindo assim que o médico perceba o que se passa no seu interior.

Exames de Imagem

Não é tão recorrente, porém podem ser pedidas tomografias computadorizadas (TC) para mostrar os detalhes de toda a área nasal, permitindo assim identificar inflamações profundas ou até obstruções físicas que aconteçam e que impossibilitem a endoscopia nasal. Este tipo de exame não é adequado para o diagnóstico de sinusite propriamente dita, no entanto avalia a anatomia dos seios paranasais e permite perceber se há necessidade de cirurgia.

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Testes de Alergia

A grande maioria dos pacientes que chegam até aos médicos com sintomas de sinusite, esta é causada por alergias, por isso são muitos aqueles que recorrem a estes testes de pele para identificar o alérgeno responsável pelo aparecimento da sinusite, levando depois a um tratamento mais focado e muito mais eficaz.

Outros exames

Não é tão comum como os restantes apresentados acima, porém alguns médicos podem solicitar exames de sangue (para detectar doenças que afectam essencialmente a imunidade) e ainda os exames de cloro no suor (para detectar a fibrose cística).

Fatores de Risco

De forma a que esta doença seja tratada da forma ideal, é necessário conhecer os mecanismos que levam ao aparecimento das sinusites em geral, de forma a conseguir assim identificar quais os factores de risco mais importantes.

Entre os factores de risco mais comuns, estão:

  1. – alterações na respiração através do nariz, derivadas do septo nasal, da presença de corpos estranhos, entre outras situações;
  2. – presença constante entre grandes aglomerados humanos, principalmente devido à partilha de bactérias expiradas
  3. – um sistema imunológico deficiente, a funcionar de forma anormal ou com algum tipo de problema adverso
  4. – infecções nas vias respiratórias devido a um sem número de possibilidades
  5. – constantes viagens de avião ou à prática de mergulho a grandes profundidades
  6. – fumar ou estar constantemente junto de fumadores, inalando o tão negativo fumo passivo
  7. – beber quantidades menores de água do que as recomendadas normalmente
  8. – um contato directo e constante com poluição do ar ou então ambientes com bolor ou mofo
  9. – aparecimento de alergias constantemente, independentemente das suas causas
  10. – presença em ambientes frios ou com grandes variações climáticas num curto espaço de tempo (não esquecer que o uso de ar condicionado é um dos principais causadores dos problemas respiratórios)
  11. – problemas hormonais
  12. refluxo gastroesofágico

Tratamento da Sinusite

A sinusite é um problema muito comum nos dias de hoje, principalmente num momento em que o planeta está a passar por um período de poluição no ar demasiado elevada, um dos factores a ter em consideração para o aparecimento da doença. Ainda assim, a maioria das pessoas demora algum tempo até recorrer a um médico quando os sintomas surgem, sendo que geralmente a grande parte das pessoas que sofre de casos de sinusite aguda, melhora significativamente ao fim de 7 a 10 dias, evitando assim a consulta médica.

Por outro lado, o tratamento da sinusite é também muito simples e eficaz, sendo que a maioria das sinusites agudas têm origem bacteriana, a maioria dos médicos inicia o tratamento com a lavagem da cavidade nasal através de uma solução salina, geralmente o mais indicado é o soro fisiológico, logo de seguida é aconselhável a aplicação de corticoides nasais em spray, existindo um sem número de opções farmacêuticas neste momento.

Além disso, quando há uma dor recorrente e demasiado complicada de aguentar, os pacientes podem também aplicar compressas mornas sobre o rosto para dar algum alívio. Por último, é necessário a ingestão de muitos líquidos para ajudar a diluir as secreções e com isso evitar ao máximo a obstrução.

No que diz respeito aos descongestionantes nasais, a maioria dos pacientes usa em excesso, talvez pela necessidade de alívio imediato, contudo os especialistas aconselham a sua utilização máxima de 3 dias, podendo até levar a outros problemas associados, mesmo que sinta um alívio temporário, a congestão nasal vai acabar por acontecer mais tarde e muitas vezes, com mais intensidade. Muitos pacientes recorrem também ao uso de anti-histamínicos, porém não há confirmação dos seus benefícios para a sinusite.

O melhor tratamento possível que os pacientes podem fazer são pequenas alterações no seu dia-a-dia, além do que já foi mencionado acima, sendo extremamente imperativo que evite qualquer contacto com fumo de tabaco, sítios fechados e com demasiada poluição.

No caso da sinusite bacteriana, principalmente quando esta está demasiado forte e com a presença de dores constantes, a maioria dos médicos recorre à administração de antibióticos, nomeadamente Amoxacilina com ácido clavulânico, Batrim, levofloxacina, entre outros, contudo não deve, de forma alguma, tomar indiscriminadamente estes medicamentos sem aconselhamento médico, pois a maioria das vezes a sinusite não necessita de antibióticos para um tratamento eficaz.

Possíveis Complicações

Tal como acontece com qualquer doença, principalmente aquelas que estão relacionadas com o sistema respiratório, se a sinusite não tiver um tratamento adequado e eficaz, pode permanecer no organismo o tempo necessário para evoluir para uma situação crónica, tornando-se assim algo muito mais complicado e com tratamentos mais intensos.

Quando a sinusite surge nas crianças, há uma forte possibilidade da infecção passar pela lâmina óssea que separa o nariz da órbita, criando assim um abscesso e posteriormente a criança será obrigada a recorrer à drenagem cirúrgica de emergência para evitar o alastramento do problema.

A infecção pode também vir a alastrar-se para outras zonas do rosto, nomeadamente garganta, boca, dentes e até órbitas oculares, podendo até chegar a existir alterações intra-craneanas, com sinais muito ténues e que se tornam muito difíceis de detectar a olho nu. Por outro lado, estas complicações são cada vez mais raras, depois do aparecimento dos fármacos cada vez mais eficazes para o tratamento do problema.

Nos pacientes com sintomas de sinusite, mesmo quando o tratamento está já a ser administrado, qualquer tipo de sinal ou sintoma estranho e recorrente, deve levar logo a que este procure o seu médico rapidamente para esclarecer as suas dúvidas e evitar assim que haja uma necessidade de avançar para outros tratamentos devido ao agravamento do mesmo.

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Prevenção

Como em qualquer outra doença, o melhor tratamento é a prevenção adequada, sendo que no caso da sinusite aguda, a melhor prevenção que os pacientes podem ter é manter sempre a mucosa nasal hidratada, tratar a possível rinite alérgica que existem e nunca deixar que uma gripe fique sem o tratamento necessário.

Para além disso, existem outros cuidados que deverá ter, que não só vão evitar ao máximo que a doença apareça, como também vão garantir um tratamento menos evasivo caso não consiga evitar por completo. Entre as alterações e mudanças de hábitos aconselhadas, destaca-se:

Alimentação

É aconselhável que tenha sempre uma alimentação saudável (funcionando também como óptima ferramenta para manter o seu organismo saudável), fortalecendo a sua imunidade, através da ingestão de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais, diariamente. Assim, é essencial que foque a sua atenção nas vitaminas A, B6, B12, C, D, E, ácido fólico, zinco, ferro e cobre, ajudando na protecção contra as infecções e aumentando a produção de anticorpos.

Jejum

Tal como indicado em cima, a alimentação tem um papel fundamental na prevenção da sinusite, por isso é igualmente importante que tenha uma alimentação fracionada, evitando passar muitas horas sem se alimentar. Quando há grandes períodos de jejum, o organismo passa a estar num estado de alerta e deixa o combate de infecções para segundo plano.

Água

É estritamente necessário que ingira uma média de dois litros de água por dia, para permitir assim uma boa hidratação dos mucosas e ainda prevenir a ocorrência de infecções. Para além disso, devem também usar soro fisiológico para a drenagem da secreção e impurezas que ficam no nariz.

Higiene

A higiene é essencial para evitar ao máximo o aparecimento de infecções, nomeadamente nas mãos, que estão constantemente em contacto com vírus e bactérias e ao mesmo tempo há uma tendência natural para as levar à boca ou aos olhos, ou até mesmo tocar em alimentos que serão ingeridos de seguida, levando assim uma série de bactérias para o interior do seu organismo.

Gripe

Logicamente que é complicado ao máximo evitar o aparecimento de gripe, porém são também uma das causas mais comuns para o aparecimento de sinusite, assim, aconselhamos sempre que se previna com a vacina da gripe, evitando mudanças de temperaturas muito bruscas ou exposição ao frio em excesso.

Cheiros

Apesar de ser muito comum a utilização de essências dentro de casa e até nos veículos, o uso recorrente dos mesmos são grandes perigos para o aparecimento de sinusite, por isso é aconselhável que elimine esses produtos do seu dia-a-dia ou então opte por todos aqueles que não têm aromas e servem para evitar os maus cheiros.

Cigarro

Para os fumadores esta pode ser uma prevenção quase impossível, mas o cigarro é prejudicial não só à sinusite como a todo o organismo, sendo que este é também responsável pela evolução de alergias respiratórias e asma, levando assim a que a sinusite seja cada vez mais comum.

Exercício físico

A prática de exercício físico é essencial para controlar algumas doenças respiratórias, contudo o excesso desta pode também afectar alguns órgãos envolvidos, por isso deve assim promover o melhoramento do sistema cardio-respiratório, mas sempre com cuidados extremos e acompanhamento especializado.

Viver com a Doença

Apesar de não ser uma das doenças respiratórias mais complicadas de controlar ou de saber como viver o dia-a-dia, pode tornar-se demasiado estranho e por vezes até doloroso, devido às inúmeras crises que vão ocorrendo ao longo do ano, por isso nada mais importante do que saber exatamente como controlar todas essas situações.

Evitar um ritmo demasiado acelerado – um ritmo acelerado no dia-a-dia é hoje em dia muito comum na maioria das sociedades, contudo ter um dia demasiado atarefado, cheio de correrias de um lado para o outro só vai piorar os seus sintomas. Assim, aconselhamos sempre que vá fazendo pausas entre cada actividade e nada mais vantajoso do que ter todo o da organizado de forma a conseguir garantir essas pausas para controlar a sua respiração e voltar ao ritmo sereno aconselhável.

Evitar ao máximo os rastilhos para as crises – obviamente que não estamos aqui a dizer para mudar toda a sua vida ou deixar de fazer as coisas que normalmente faz, mas para quem quer viver com a doença da melhor forma possível, deve assim reduzir a exposição ao máximo de rastilhos que possam provocas constantes crises, como por exemplo manter sempre a sua casa sem pó, evitar locais com demasiado fumo, entre outras coisas.

Controlar todas as alergias existentes – não há nada mais importante para viver o dia-a-dia com a sinusite do que ter todas as suas alergias controladas, fazendo os testes necessários e iniciando os tratamentos adequados, assim evita que estas se alastrem e com isso possam piorar a sua convivência com a doença.

Cuidado com as diferenças de temperaturas – tendo a doença no seu organismo, é aconselhável que tenha um cuidado extremo com as mudanças de temperaturas demasiado drásticas num curto espaço de tempo (por exemplo: estar junto de uma fonte de calor, uma lareira, saindo depois para o exterior sem o agasalho necessário). É também necessário um cuidado imenso com o ar condicionado, pois este além de retirar a humidade do ar, deixa o ambiente com uma baixa temperatura e ainda favorece a concentração de poluentes no ar, se o aparelho não for limpo regularmente.

Foto de Radiografia que mostra Inflamação do seio paranasal frontal:

Radiografia que mostra Inflamação do seio paranasal frontal

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10. Abril 2014 by admin

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